A IniciaçÃo

 A Franco-Maçonaria admite seres humanos animados do desejo de aperfeiçoamento. O objectivo não é criar uma elite intelectual, mas contribuir para o aperfeiçoamento de homens e mulheres livres.

O pedido apresentado por um profano (do latim Pro Fanum, aquele que se encontra frente ao Templo) é formulado por uma simples carta dirigida directamente ao Presidente do Atelier pretendido ou à Sede social em Lisboa (eventualmente através da internete).

Os processos são idênticos no que se refere ao plano administrativo e terminam com a autorização para iniciar, com um adiamento ou uma recusa.

Se o profano for aceite, viverá uma cerimónia que se chama Iniciação, cuja etimologia significa Initium, isto é, começo.

A cerimónia de Iniciação decorre segundo um ritual determinado. Após esta cerimónia o profano torna-se Aprendiz. A regra a que se submete favorece a sua reflexão e permite-lhe extrair um máximo de ensinamentos nas reuniões a que assiste.

Estes ritos não constituem um culto: não existem gurus, nem mestres mentores, mas sim a procura da verdade.

A Ordem Maçónica Mista Internacional “LE DROIT HUMAIN” exige aos seus membros um respeito mútuo.

Comprometido numa via simultaneamente pessoal e colectiva, o Aprendiz irá progredindo num caminho iniciático e poderá vir a aceder aos diferentes graus que a Ordem confere.